Se o que as empresas responsáveis pela duplicação da BR-101 aguardavam era uma linha de crédito para garantir capital de giro, uma reunião entre a Senadora Ideli Salvatti(PT) e os deputados federais, Jorge Boeira (PT) e Claudio Vignhatti(PT) com o diretor do BNDES, Mauricio Borges, resolveu o problema. O encontro foi hoje (05/08), em Brasília e contou com os representantes de praticamente todas as empresas responsáveis pela obra.
O BNDES apresentou o PEC – Programa de Empréstimo de Crédito que vai garantir a verba necessária às empresas, sendo até R$ 30 milhões financiamento direto com o BNDES e abaixo disso com os agentes financeiros, a juros especiais pré-estabelecidos pelo BNDES. (TJLP mais 1% ao ano)
O Banco vai criar um produto especifico para as empresas que estão fazendo a obra de duplicação da BR-101. “O BNDES não financia capital de giro. Sua função é financiar investimentos, que são a garantia do próprio empréstimo. Neste caso as empresas vão poder dar como garantia o Seguro Garantidor de Término de Obra, que equivale como garantia de repassar o valor de 30% do trecho específico em que atua. Essa adequação é preciso ser feita, mas as empresas que precisam do empréstimo já e tem certidão negativa e todas as demais garantias solicitadas pelos agentes financeiros (bancos), já o podem pegar o dinheiro”, comenta Boeira. Os diretores devem definir essa questão em reunião de diretoria na próxima terça-feira. Boeira ficou como interlocutor entre as empresas e o BNDES para agilizar o processo
Ele reforça que desde que assumiu como deputado federal em janeiro deste ano seu foco tem sido a duplicação do trecho sul da BR-101. “Estamos percebendo um novo ritmo na obra. Mais frentes de trabalho. Acredito que esse ritmo vai se intensificar. As próprias empresas se comprometeram em dar velocidade à obra e, por isso, estão nos garantindo que até o final de 2010 todas as duas vias fiquem duplicadas, ficando apenas os gargalos já anunciados”, comemora Boeira.
“O Governo Lula já deu garantia de que não vai faltar verba e 92% do valor necessário para concluir a duplicação já estão pagos ou reservados para fazer o pagamento às empresas. A dificuldade alegada pelas empresas que era problema com falta de capital de giro devido ao preço dado à época da licitação (abaixo do preço real) resolvemos nesta reunião. O que queremos agora eu, Vignhatti e Idelli e toda a comunidade do sul é ver a obra ser intensificada cada vez mais até sua conclusão”, enfatiza Boeira.
Informações: Sandro De Mattia, Assessoria de imprensa
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